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Comércio Exterior do Rio Grande do Norte em Janeiro de 2025

  • Foto do escritor: Prof. Ms. Josiel Medeiros
    Prof. Ms. Josiel Medeiros
  • 13 de fev. de 2025
  • 2 min de leitura

O comércio exterior do Rio Grande do Norte registrou, em janeiro de 2025, um movimento total de US$ 131,2 milhões em transações, evidenciando um cenário promissor para a economia estadual. Esse montante foi impulsionado, sobretudo, pela força das exportações, que alcançaram US$ 84,5 milhões, e também pelas importações, que totalizaram US$ 46,7 milhões. O resultado foi um saldo positivo de US$ 37,8 milhões, demonstrando a competitividade dos produtos potiguares no mercado internacional.

Entre os destaques de exportação, os óleos combustíveis ocuparam a primeira posição, com US$ 27,4 milhões, seguidos de perto por melões frescos (US$ 21,7 milhões) e melancias frescas (US$ 11,7 milhões). Esses números reforçam a importância da fruticultura para o estado, assim como a relevância de outros segmentos produtivos que contribuem para a diversificação da pauta exportadora. Dessa forma, o Rio Grande do Norte permanece consolidado como um fornecedor estratégico de frutas no cenário global.


No que diz respeito às importações, as aquisições estaduais foram lideradas pelas gasolinas (exceto para aviação), somando US$ 6,6 milhões, seguidas por trigo e misturas de trigo e centeio (US$ 6,3 milhões) e óleo diesel (US$ 6,1 milhões). Esses produtos são fundamentais para a cadeia de suprimentos e indicam a necessidade de insumos básicos para a indústria local e para o abastecimento interno. Chama a atenção, ainda, a compra de células fotovoltaicas, no valor de US$ 3,8 milhões, refletindo o crescimento do setor de energias renováveis.


Os principais destinos das exportações potiguares foram Panamá, Países Baixos, Espanha, Estados Unidos e Reino Unido, que, juntos, responderam por 89% do total embarcado pelo estado. Com US$ 26,5 milhões, o Panamá despontou como maior destino, impulsionado especialmente pelos óleos combustíveis. Já os Países Baixos e a Espanha mantiveram sua relevância por meio da compra de melões frescos, enquanto Estados Unidos e Reino Unido figuraram entre os mais representativos pela aquisição de diversos produtos potiguares.


Na contramão, quando se trata das importações, a Rússia se destacou como principal fornecedora de matérias-primas para o Rio Grande do Norte, alcançando US$ 12,8 milhões em outras gasolinas. China e Argentina também mantiveram posições expressivas nesse cenário, enquanto Estados Unidos e Espanha completaram o grupo de maiores parceiros, fornecendo desde combustíveis até equipamentos industriais. Esses países foram responsáveis por 85,6% do total de compras externas do estado.

Comércio Exterior do Rio Grande do Norte em Janeiro de 2025:

Com o superávit na balança comercial, o Rio Grande do Norte consolida sua posição de destaque no comércio exterior brasileiro. A variação positiva evidencia não apenas a força da produção local, mas também a capacidade do estado de competir em mercados estratégicos, principalmente nos segmentos de fruticultura e de combustíveis. Dessa forma, as oportunidades de expansão permanecem em alta, sinalizando um ambiente favorável para investimentos e diversificação da economia potiguar.

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